Por trás das histórias em quadrinhos de super heróis existe
uma base que se consiste na vida humana. Os vilões que sempre aparecem para
atrapalhar a vida das pessoas e deixá-las tristes e os heróis que ajudam e
salvam a vida da população, poupando elas de perigo e sempre lhes fazendo
felizes.
O ser humano é, sem dúvida, o ser mais extraordinário do mundo. Extraordinário porque faz o bem sem pensar a quem. Extraordinário porque faz o mal sem vê a quem. É bom e mal ao mesmo tempo. Machuca. Ajuda. Sempre assim. Ou bem ou mal. Faça chuva ou faça sol.
Acontece que nem sempre somos heróis. Não todos os dias. Há
dias em que somos totalmente cruéis e desprezíveis com as pessoas mesmo sem
querer. Ou seja, os vilões da história. Algumas pessoas fazem isso como um prazer,
já outra fazem isso sem querer. É chato quando alguém nos dar uma palavra ruim.
E a pessoa muitas vezes nem se dá conta de que machucou o coração de alguém.
Sei disso porque já aconteceu milhares de vezes comigo.
Nem sempre eu sou a heroína do dia. Sou na maioria das
vezes, a vilã. Chata e grosseira. Uma palavra ofende muito mais que dois mil socos
no rosto. Bato palmas e admiro quem consegue ser o herói. Consegue manter o equilíbrio e salvar vidas.
O que eu sei é que eu preciso desesperadamente me por no
lugar do outro e tentar saber o que ele vai sentir quando eu falar uma palavra
fútil. E assim, me esforçar pra não machucá-lo. Queria que fizessem do mesmo
modo comigo. Pensar no quanto vai doer àquela palavra grosseira em mim. Mas como eu
disse: o ser humano é um ser totalmente extraordinário.

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